Varizes nas pernas: o que são, sintomas e os tratamentos mais modernos
As varizes são veias dilatadas, tortuosas e frequentemente azuladas ou arroxeadas sob a pele. Mais do que um incômodo estético, elas podem causar dor, inchaço, sensação de peso e, em estágios avançados, complicações circulatórias como alterações na pele e úlceras. A boa notícia é que a medicina vascular avançou muito: hoje os tratamentos são predominantemente minimamente invasivos, realizados em consultório ou de forma ambulatorial, com recuperação rápida e excelentes resultados tanto funcionais quanto estéticos.
As varizes surgem quando as válvulas internas das veias (responsáveis por levar o sangue de volta ao coração, contra a gravidade) deixam de funcionar adequadamente. O sangue acumula, a pressão aumenta e as veias se dilatam e se tornam visíveis.
O problema é bem mais comum em mulheres, mas também atinge homens. Os principais fatores de risco incluem:
Mesmo os “vasinhos” (telangiectasias) podem ser o sinal inicial de uma doença venosa mais ampla. Por isso a avaliação completa é fundamental.
Além da aparência, as varizes podem prejudicar a qualidade de vida diária. Os sinais mais frequentes são:
Reconhecer esses sintomas precocemente permite tratar de forma mais simples e com melhores resultados a longo prazo.
O diagnóstico preciso de varizes nas pernas começa pela consulta clínica e, quase sempre, inclui o ultrassom Doppler venoso. Esse exame mapeia o refluxo, identifica quais veias estão comprometidas e orienta o plano de tratamento personalizado. Sem ele, o risco de tratar apenas o que aparece na superfície (e deixar a causa principal) é maior.
O tratamento ideal depende do calibre das veias, do grau de refluxo e das características de cada paciente. As diretrizes atuais (incluindo recomendações da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular e sociedades internacionais) priorizam técnicas minimamente invasivas sempre que possível. As principais opções são:
Em muitos pacientes os melhores resultados vêm da combinação de técnicas (por exemplo, endolaser + escleroterapia ou microcirurgia). Técnicas sem calor (como cola de cianoacrilato) também existem e podem ser consideradas em situações selecionadas.
Leia também: nosso texto completo sobre secagem de vasinhos.
Tratar varizes nas pernas não é só estética. Os benefícios incluem:
Se você sente peso frequente, inchaço, dor ao final do dia ou nota o surgimento de novas veias dilatadas, é o momento de agendar uma avaliação. O diagnóstico precoce permite opções mais simples e resultados mais duradouros.
São veias dilatadas, tortuosas e muitas vezes visíveis sob a pele. Elas surgem quando as válvulas internas das veias não funcionam bem e o sangue se acumula. Além da aparência, podem causar peso, dor, inchaço e, em casos mais avançados, alterações na pele.
A genética tem grande peso. Outros fatores que contribuem são gravidez, uso de anticoncepcionais, menopausa, obesidade, sedentarismo e longos períodos em pé ou sentada. A idade também aumenta a predisposição.
Sensação de peso e cansaço nas pernas (principalmente no fim do dia), dor ou queimação, inchaço nos tornozelos, câimbras noturnas, coceira e, em estágios mais avançados, manchas ou úlceras na pele.
Sim. A avaliação clínica é o primeiro passo e, na maioria dos casos, o ultrassom Doppler venoso é necessário. Ele mostra quais veias têm refluxo e orienta o tratamento correto, evitando tratar só o que aparece na superfície.
Depende do calibre e do refluxo. As opções mais usadas são escleroterapia (glicose ou espuma), laser transdérmico, endolaser (ablação endovenosa), microcirurgia e, em casos selecionados, safenectomia. Muitas vezes a combinação de técnicas dá o melhor resultado.
Os procedimentos modernos são bem tolerados. A maioria usa anestesia local e o desconforto é leve. No pós, pode haver sensação de peso ou pequenos hematomas, controlados com analgésico simples e meia de compressão. No caso de ser necessário cirurgia, ela é realizado com bloqueio anestésico, tornando-se totalmente indolor durante o procedimento e o pós operatório costuma ser muito tranquilo.
Na maior parte dos tratamentos minimamente invasivos (escleroterapia, laser e endolaser) o retorno às atividades leves acontece em 1 a 3 dias. Exercícios intensos e esforço físico costumam ser liberados em 1 a 2 semanas, conforme orientação individual.
A veia tratada corretamente tende a permanecer fechada. Porém, como a predisposição é crônica, novas varizes podem surgir com o tempo. Por isso o acompanhamento e os cuidados contínuos fazem parte do tratamento.
Se você sente peso frequente, inchaço, dor ao final do dia ou nota novas veias dilatadas, é o momento ideal. Quanto mais cedo a avaliação, mais simples e eficaz costuma ser o tratamento.
A Dra. Elisabeth M. Yano, angiologista e cirurgiã vascular, atende em Moema com foco em tratamentos minimamente invasivos para varizes e microvarizes. Com formação sólida (Faculdade de Medicina do ABC e especialização no Instituto Dante Pazzanese) e título de especialista pela AMB/SBACV, ela alia tecnologia atual (endolaser, laser transdérmico, escleroterapia e microcirurgia) a uma abordagem humanizada e personalizada
Cada paciente recebe um plano individualizado, com avaliação completa e discussão clara das opções. O objetivo é devolver leveza, conforto e confiança — tanto na saúde vascular quanto na aparência das pernas.
Local de atendimento: Av. Ibirapuera, 2907 – Moema, São Paulo/SP (próximo ao Shopping Ibirapuera)
Telefone / WhatsApp: (11) 97058-6309 Horário: Segunda a Sexta, das 9h às 18h
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Médica - CRM-SP 148446 -
Especialidade: Cirurgia vascular - RQE Nº: 50325 (Áreas de atuação: Angiorradiologia e Cirurgia Endovascular - RQE Nº: 503251)
Graduada em Medicina pela Faculdade de Medicina do ABC, a Dra. Elisabeth M. Yano especializou-se em Cirurgia Vascular e Endovascular no Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia. Título de especialista pela AMB e membro da SBACV, atua em Cirurgia Vascular, Endovascular e Ecografia Vascular, unindo tecnologia e atendimento humanizado para oferecer o melhor cuidado aos pacientes.